MPE move ação contra BRK para garantir água potável e plano de contingência a moradores de Araguaína
Confira os detalhes e os principais desdobramentos desta matéria na íntegra.

MPE aciona BRK na Justiça por fornecimento de água em AraguaínaMinistério Público aciona BRK na Justiça por fornecimento de água em Araguaína
Ação civil pública busca garantir o abastecimento regular de água potável e a criação de um plano de contingência para a população em casos de interrupção do serviço.
ARAGUAÍNA - O Ministério Público Estadual (MPE) moveu uma ação civil pública contra a concessionária BRK, empresa responsável pelos serviços de saneamento em Araguaína. A medida judicial tem como objetivo principal forçar a companhia a garantir o fornecimento contínuo e de qualidade de água potável para todos os moradores da cidade.
A ação, protocolada na Justiça, destaca a necessidade de proteger os direitos dos consumidores, que dependem de um serviço essencial. Além da regularidade no abastecimento, o MPE exige que a BRK desenvolva e apresente um plano de contingência detalhado.
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Principais Exigências da Ação
O Ministério Público detalha na ação duas frentes de atuação que a concessionária deve cumprir para assegurar o bem-estar da população de Araguaína:
- Garantia de Água Potável: Assegurar que o fornecimento de água seja regular, sem interrupções injustificadas, e que a qualidade da água distribuída esteja em conformidade com as normas de potabilidade vigentes.
- Elaboração de Plano de Contingência: Criar um protocolo claro e eficiente para lidar com situações de emergência ou manutenções programadas que resultem na suspensão do abastecimento, incluindo a disponibilização de fontes alternativas de água para a população afetada.
A medida visa assegurar que os cidadãos de Araguaína não fiquem desassistidos em momentos de falha ou manutenção no sistema, estabelecendo uma maior segurança hídrica para o município.
A ação judicial representa um passo importante na fiscalização dos serviços prestados pela concessionária e busca uma solução definitiva para as queixas relacionadas ao abastecimento de água na cidade. O caso agora aguarda os próximos trâmites no Poder Judiciário, que decidirá sobre as obrigações a serem impostas à BRK.


